
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
sábado, 12 de janeiro de 2008
COMUNICAR, OU SÓ FALAR?
A resposta calma desvia a fúria, mas a palavra ríspida desperta a ira.Provérbio 15.1
Tenho um amigo que diz que há gente que “prefere ter razão a ser feliz”. É o tipo de gente que parece sempre estar em debate filosófico, para quem o que interessa é sua demonstração de capacidade intelectual e a vitória das idéias.
Há aqueles que se vangloriam em assumir que “dizem tudo o que pensam”. É o tipo de gente que crê que tudo o que pensa é bom, adequado, correto e merece ser ouvido por todos e sempre.
Ainda há os que “não levam desaforo pra casa”. É o tipo de gente que não consegue controlar suas emoções, não convive com a agressão.
A finalidade da comunicação é harmonia, é acordo, é entendimento, é compreensão, é concórdia. Quando não buscamos esses resultados, nossas palavras “entram por um ouvido e saem pelo outro”, passando antes pelo coração e gerando apenas emoções negativas.
Mais importante do que saber o que falar é importante saber quando e como. Mais importante do que poder falar é discernir se o outro está atento para dar ouvidos. Mais importante do que dizer tudo o que pensa é fazer do tempo um aliado do entendimento, das palavras e das emoções, consciente de que quando guardamos e aguardamos um pouco, invariavelmente boa parte do que falaríamos, na hora das emoções descontroladas, é dispensada, e somente aquilo que é necessário, verdadeiro e próprio da boa comunicação, permanece.
Pr Alexandre Robles
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
O QUE É FELICIDADE
Jesus Cristo
Então Jesus Cristo apresenta a proposta de Seu Reino Alternativo, a de que devemos buscar a felicidade do outro a fim de que sejamos felizes.
Difícil? Também acho. Mas não faz tempo que estávamos procurando um motivo nobre para acordar todos os dias e cumprir nossos dias na história?
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
FATIAS DE TEMPO
Salmo 90.12
Podemos contar os dias através dos fatos marcantes, das fases da vida, o tempo kairós. Ele é o que fica registrado em nossa mente, como memória, tão fixo que nos faz lembrar de detalhes, de cheiros, lugares, pessoas, olhares. É paradoxal, porque ao mesmo tempo que cria em nós a saudade, pode também nos prender no saudosismo, tornando experiências que deveriam ser apenas uma fase da vida, em prisão emocional. Para evitar isso é que precisamos fazer fechamentos, viver e encerrar lutos, o que nos sugere uma frase de Carlos Drummond de Andrade: "Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente."
O karirós se torna redenção do cronos à medida em que nos libertamos da correria e passamos a viver intensamente cada fase da vida. O cronos se torna a redenção do kairós à medida em que permitimos com que os ciclos tenham início e fim.
Que em 2008 sejamos mais sábios!
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Dias de Elias
Aviva, aviva tua obra
Olha dentro em mim
Está ardendo um clamo
rAviva. Aviva, tua obra
Cumpre em nós Senhor
Derrama em nós senhor
O avivamento prometido aos nossos pais
Viverei pra ver descer do céu
Sobre toda carne o teu poder
Tua shekiná encher a terra
Como ás águas cobrem o mar
Restaurando vidas e nações
E despedaçando as prisões
E libertando a minha geração
Pra um tempo de poder e adoração
Virão dias de Elias sobre a terra
Convertendo os corações dos filhos aos pais
E a figueira então florescerá
Dos seus frutos todos comerão
Eu não abro mão de viver isso em minha geração
Autores: Fernanda Brum, Emerson Pinheiro e Livingsthon Farias
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Militantes hindus atacam confraternização de Natal
A IRONIA DO NATAL
Como se já não bastasse tê-los criados como “a menina dos olhos” de todo o Universo, a “cereja do bolo” da criação, agora também seria como um deles – ponderavam os amigos celestiais.
Divina ironia – desabafa um dos anjos. O ser humano deseja ser como Deus, saber o Ele sabe, dominar e controlar o que Ele controla, tornar-se infinito e ilimitado e por toda a história age motivado por esses objetivos e o Criador decide ser igual ao homem, à imagem e semelhança do ser criado, refém das mesmas vulnerabilidades, tentações e limites, exagerando a dose e nascendo como mais uma indefesa e dependente criança.
Eles que sempre quiseram ser Deus receberam a visita Daquele que os amou tanto que resolveu ser homem.
A partir de hoje, onde se reunirem dois ou três para celebrarem este nascimento em Belém, estarão celebrando a dignidade humana – vaticinou o outro anjo. Espero que eles compreendam que devem seguir o exemplo de seu Criador e desejem ser gente como Ele é na história, tornando-se assim novamente imagem e semelhança de Deus na terra.
Alexandre Robles
